terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Boca Fala do Que O Coração está cheio



A boca fala do que o coração está cheio. (Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. Mateus 12:34 )



Já reparou como somos ensinadas a falarmos mal de nossos maridos? Seja através das novelas, das revistas femininas, filmes e outros meios de comunicação. Numa rodinha de mulheres (coitados dos homens!) falamos todos os podres deles: Que eles não prestam, que não fazem nada certo, que nunca conseguem nos agradar, etc, etc, etc. E como existem piadas de mulheres falando mal dos homens!



Se durante o dia você falar dele depreciando-o, humilhando-o ou rebaixondo-o, o que acha que vai acontecer no fim do dia quando se encontrarem? Briga, discórdia, desentendimentos e qualquer outra coisa pra piorar seu relacionamento conjugal. Porque todos esses sentimentos foram alimentados no seu pensamento durante o dia.



Então, vamos encher nosso coração de coisas boas a respeito de nosso marido. Sempre que vir a nossa mente qualquer coisa que nos desagrada nele ou dele, vamos colocar outra que nos faz orgulhar dele. Vamos falar dele com otimismo e orgulho. Vamos fazer comentários a respeito dele que o coloca pra cima, que possa trazer a nossa mente admiração por ele. Afinal ele é seu marido, seu companheiro, seu cabeça (Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo. 1 Coríntios 11:3 ) Aha! Então, se você falar mal dele, na verdade, você está falando mal de você mesma. Você está se voltando contra si. Porque agora vocês são uma só carne, lembra? (E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Marcos 10:8). Então, como você vai maldizer sua própria carne? (O homem bom cuida bem de si mesmo, mas o cruel prejudica o seu corpo. Provérbios 11:17). Não é uma atitude muito inteligente, né?



Vamos então falar sobre nossos maridos somente aquilo que é bom. Somente aquilo que possa edificar nosso relacionamento conjugal.( Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. Efésios 4:29)



Vamos encher nossos corações somente daquilo que é bom, para que assim nossa boca possa também falar somente o que é bom
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sem Opção





Pois é, aprendi na Palavra de Deus que não tenho opção. Tenho que amar ou amar. Primeiro amar a Deus (Amarás, pois, o SENHOR teu Deus ... Deuteronônio 6:5); depois, tenho que amar a meu próximo (Amarás o teu próximo ... Mateus 22:39). E quer mais próximo a mim de que meu marido? Então recebi este mandamento da parte de Deus como uma “consequência” do primeiro, ou seja, se eu amo a Deus, tenho que amar meu esposo.
Observei que Deus não colocou nenhuma condição? Ele disse pra eu amar sem SE. Ele disse: ame e ponto. com. br. Ele não falou para eu “sentir” amor. Ele não disse para eu amar se “sentir um frio na barriga”, um “arrepio” no corpo, ou ficar em “extase” pelo meu marido. Ele também não falou que o amor tem que ser correspondido, ou seja, só amo se meu cônjuge me amar também. Não! Jesus nos ordenou a amar também aquele que não nos ama: Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mateus 5:44). Simplismente disse que eu tenho que amar. Mas como?
Deus, sabendo que não temos capacidade para amar por conta própria, nos deu a “receita” de como amar a Ele e a meu esposo/próximo: tenho que amar a Deus com todo o meu coração, com toda a minha alma e com todas as minhas forças (Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. Deuteronômio 6:5). E a meu próximo/marido, como a mim mesma: (...Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mateus 22:39).
Se você está, assim como eu, recorrendo à Palavra de Deus para aprender a amar, já deve ter verificado que o amor de Deus é diferente do amor ensinado pelo mundo (Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo. João 14:27 ), pois o mundo caminha na contra mão da palavra de Deus. Tudo o que temos aprendido até agora, e que não deu certo, temos que deletar de nossa mente, e renovar nosso espírito com a palavra de Deus (E vos renoveis no espírito da vossa mente. Efésios 4:23), concluo então que amor não é sentimento. Amor é ação. Amor/sentimento é coisa de poeta, ótimo para deixar autor de novela, ou escritor de livros ricos. Mas na vida real ninguém vive de poesia. Amor/ação é a realidade, o nosso dia-a-dia, coisa de gente pé-no-chão. I Coríntians 13: 4-8 diz: O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá.
Que amor é este que o mundo tem nos apresentado que não suporta nada, que trata o outro com maldade, com interesses próprios até chegar ao ponto do divórcio? A quem o mundo tem amado com todo o coração, com toda alma e com todas as forças? Não é a Deus mesmo, né? Pois do contrário cumpria Sua Palavra em amar ao próximo como a nós mesmos. O problema é que estamos amando-nos mais do que ao próximo. Estamos nos amando mais do que a nossos esposos.
Então, tudo o que você aprendeu até hoje, que não está na Palavra de Deus sobre amor, esqueça, se é que quer aprender a amar segundo Deus, e reaprenda a amar de verdade conforme a Palavra de Deus.
No próximo posto colocarei algumas atitudes/práticas que podemos fazer para demonstrar que estamos amando nossos maridos.

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