segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Eterna Busca pelo Elo Perdido

(foto da internet)




Inoscência
Quando criança, nós mulheres, aprendemos nas historinhas infantis, tais como: A Bela Adormecida, Cinderela, Branca de Neve e etc que para ser feliz, precisamos encontrar nosso Príncipe Encantado. Todo o sofrimento das "princesas" acabava quando encontravam o príncipe e ai "eram felizes para sempre". Depois, a partir da adolescencia, nossos "mestres" passam ser os romances, filmes, novelas e etc.. Todos com o mesmo final: a heroína sofre horrores até que o heroi aparece e resolve todos os seus problemas.

Mas conforme o tempo vai passando e não encontramos nosso tão sonhado príncipe ou herói, começamos a achar que é porque não somos lindas como as princesas e heroínas: Branca de Neve (uma pele linda e sem manchas), A Bela Adormecida (de tão bela que era mesmo dormindo encantou o príncipe), as “Helenas” das novelas de Manoel Carlos, da Globo, e outras atrizes de Hollywood que interpretam as mocinhas nos cinemas. Arra! Encontrou seu problema! “Se minha pele fosse linda como a da Branca de Neve, eu ficasse magra como..., se eu tivesse aquele cabelão igual a ... se eu malhasse como .... meu corpo ficaria igual ao dela, se eu fosse assim ou assado, tudo estaria resolvido. Encontraria o meu príncipe/heroi”.

Por mais que se martirize em tentar ficar igual às estrelas de cinema, não encontra seu prínpice, e já vai dar meia noite, quando todo o encanto desaparece. Assim como no conto da Cinderela, nós mulheres temos que encontrar nosso príncipe logo que se inicia o baile, ou seja, durante a mocidade, porque depois das 12 badaladas noturnas, o encanto se desfaz (ficamos velha). Acho que é por isso que nós mulheres embarcamos em qualquer modismo, desde roupas, penteados, dietas até cirurgias plásticas, na intenção de encontrarmos nosso príncipe encantado.

Se não dermos a “sorte” de encontrarmos nosso príncipe ou salvador, direcionamos nossas energias para outro lado: - esse negócio de príncipe e salvador (mocinho) é coisa de mulherzinha e agora aprendemos que não nascemos para isso. Estudamos para termos uma profissão que nos traga independência financeira, pois só assim não seremos “do lar”. Somos agora uma mulher bem informada e instruída, moderna, sempre à frente de nosso tempo. Imagina se seremos submissas aos nossos maridos? Que idéia, essa! Aprendemos que a nossa felicidade está dentro de nós. Tem um monte de filosofia ensinando como ser feliz por você mesma. Ai que maravilha: nossos problemas serão resolvidos sem depender de homem algum. Durante certo tempo até que dá certo, mas depois o tempo vai passando e começamos a ver que esta folosofia de vida, não tem respostas pra tudo. (Continua em próximo post)


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