sexta-feira, 1 de abril de 2011

Feminismo,Carreira e Maternidade


- Continuação: Ataques Feministas à Família ...


Terceiro, o homem como
provedor tem sido rejeitado por um novo modelo de responsabilidade econômica comum. A visão do nosso tempo é que o homem não é mais responsável do que a mulher para suprir as necessidades financeiras da família. As feministas acreditam que o ensino bíblico onde o homem é o provedor da família (1 Tm. 5:9) é parte de uma conspiração do sexo masculino para prender as mulheres, tornando-as dependentes economicamente dos homens.


Em quarto lugar, a mulher como uma dona de casa em tempo integral é desprezada, e da mulher trabalhadora, que procura satisfação e independência no trabalho fora de sua casa é agora uma norma cultural. O mandamento bíblico de que a mulher fique em casa" (Tito 2:4-5) é desconhecido ou ignorado. As pessoas de mentalidade feminista consideram ser uma coisa humilhante para uma mulher ficar em casa e limitar o seu trabalho para a esfera de sua casa e sua família. Uma carreira é considerada mais apropriada e significativa para a mulher de hoje do que ser mãe.



Em quinto lugar, a norma bíblica de uma mulher como educadora dos filhos, foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe trabalhadora que coloca seus filhos na "creche" para que ela possa exercer outras questões importantes. A responsabilidade da maternidade é vista em termos muito diferentes do que era no passado. O chamado bíblico para a mãe para ficar com os filhos, amar, treinar, ensinar e protegê-los (1 Tm;. 02:15 5:14) é rejeitado pela visão feminista da mulher que é liberada a partir de tais constrangimentos sobre sua individualidade e auto-realização.



Estudo tirado deste site: http://www.visionforumministries.org/issues/family/the_feminization_of_the_family.aspx Continuo em próximo post.

2 comentários:

  1. Olá.
    Em primeiro lugar parabéns pelo blog. Consultei por conta de alguns links muito úteis com o Flylady.
    Mas convenhamos, e sem querer polemizar sobre as normatizações bíblicas, que sequer questionaria:
    a) as mulheres, ao longo da história, e desde os tempos bíblicos, SEMPRE TRABALHARAM, E MUITO.
    Ler atentamente o trecho da mulher virtuosa mostra muito bem de que se trata de uma mulher de negócios. Além disso, vamos ser sinceras: os milhões de empregadas domésticas, faxineiras, garis, trocadoras, caixas, entre outras ocupações menos nobres, trabalham não por vocação, mas porque precisam COMER, ajudar no orçammento doméstico, não importa se casadas com alguém que seja "do Senhor", mas que ganha pouco. Isso não tem - nunca teve - nada a ver com feminismo ou abandono do lar ou inversão de papéis!
    A realidade é durissima em qualquer lugar do mundo, mas especialmente em sociedades muito desiguais. Ou será em nome do feminismo que milhões de mulheres trabalham na África, Oriente Médio e mesmo nos EUA (onde há níveis elevados de desigualdade e pobreza)?
    Uma outra coisa a se pensar: só podemos falar destas coisas, assim, abertamente, por causa das loucas feministas qu bateram o pé ao longo da história. Se não fosse assim, mesmo aqui no Brasil, até pouco tempo atrás não votávamos, não podíamos estudar, seríamos comparadas aos silvícolas (índios): semi-capazes, sem poder fazer nada sem permissão do maridão. Esse sim, podia dispor de tudo como quisesse e quando quisesse.
    Abraços, parabéns mais uma vez
    Carmen

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  2. A mulher poderia estudar e trabalhar,com a permissão do marido,mas tinha uma escolha.ao homem sempre foi uma obrigação trabalhar e se possível,estudar,nunca pudemos escolher sobre isso.o marido que não cuida-se da esposa poderia ser preso,se viúva,o pai tinha obrigação de cuidar.nós nunca tivemos a segurança garantida,em época nenhuma.o preço que o feminismo pagou pelos direitos foram a perda desses privilégios.Não sou contra eles,mesmo porque não mudaram minha vida como homem,mas se as mulheres são felizes por pagarem esse preço,dou meu apoio,livre arbítrio sempre.Não gosto de ver algumas acusações como se existi-se uma conspiração masculina em prol de uma ditadura,qualquer mulher que quiser ficar no meu lugar,caso o exercito chame para morrer em combate,fique a vontade.

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